Entregadores de aplicativo protestam por melhores condições de trabalho

Em Sergipe, a concentração dos entregadores que trabalham por aplicativo aconteceu nos Arcos da Ola da Atalaia na manhá desta quarta-feira (01), mas foram indagados pela polícia militar quanto a aglomeração de pessoas e precisaram sair do local, já que estariam cometendo crime de desobediência, ao aglomerar pessoas e não apresentavam liberação para tal ato acontecer.

A greve acontece em diversos estados do país nesta quarta-feira (01), os entregadores de aplicativos pedem melhores condições de trabalho, medidas de proteção contra os riscos de infecção pelo novo coronavírus e mais transparência na dinâmica de funcionamento dos serviços e das formas de remuneração.


A paralisação foi chamada por trabalhadores de empresas como Rappi, Loggi, Ifood, Uber Eats e James. Os organizadores argumentam que o movimento foi construído por meio da interlocução por grupos na internet, embora algumas entidades tenham se somado, como associações de entregadores e de motofrentistas.


Os entregadores cobram o aumento das taxas mínimas recebidas por cada corrida e o valor mínimo por quilômetro. Atualmente, eles são remunerados por corrida e pela distância percorrida, e por isso esses dois indicadores acabam definindo o pagamento por cada entrega.


Tanto em relação à remuneração quanto aos bloqueios, os entregadores questionam a falta de transparência das plataformas, que não deixam claras as formas de cálculo dos pagamentos e os critérios utilizados para a suspensão das contas dos trabalhadores.


Fonte: Com informações da Agência Brasil

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William Pesali

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