Aracaju é a capital com cesta básica mais barata do Brasil

Capital sergipana também registrou queda no preço do quilo de arroz

O custo do conjunto de alimentos essenciais subiu em 10 capitais, em fevereiro de 2020, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) em 17 cidades.


As altas mais expressivas ocorreram nas cidades do Nordeste e do Norte: Fortaleza (6,83%), Recife (6,15%), Salvador (5,05%), Natal (4,27%) e Belém (4,18%), enquanto as principais quedas foram observadas no Centro-Sul.


A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 519,76), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 505,55). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 371,22) e Salvador (R$ 395,49).


Em 12 meses, entre fevereiro de 2019 e o mesmo mês de 2020, a cesta apresentou elevação em quase todas as cidades, com exceção de Aracaju (-2,21%). Os aumentos variaram entre 1,54%, em Campo Grande, e 12,82%, em Belém.

Em 2020, os preços acumularam alta em 10 cidades. Merecem destaque os aumentos registrados em Salvador (9,70%), João Pessoa (8,14%), Fortaleza (6,77%) e Recife (6,72%). As quedas mais importantes foram anotadas em Vitória (-3,85%) e Florianópolis (-3,63%).


Comportamento dos preços


Entre janeiro e fevereiro de 2020, os preços dos produtos também foram monitorados, foi predominante a alta no preço do açúcar, arroz agulhinha e tomate. Já o valor da carne bovina de primeira, do feijão carioquinha e da batata, teve redução média de valor na maior parte das cidades.


Aracaju foi destaque em dois produtos. Na alta do quilo do açúcar, que aumentou em 15 capitais, entre janeiro e fevereiro de 2020. Aracaju registrou um acréscimo de 16,28%. A elevação dos preços é explicada pela oferta reduzida de açúcar e as exportações crescentes.


O valor médio do quilo do arroz também aumentou em 15 cidades, com destaque para Belém (13,46%), Porto Alegre (12,50%) e Recife (10,23%). As taxas negativas foram observadas em Aracaju (-3,16%) e Brasília (-1,45%). A demanda firme pelo grão sustentou o aumento de valor no varejo.






|Com informações do DIEESE ||Foto: Jadilson Simões/ Equipe JC

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