Após denúncia Conselho de Psicologia realiza fiscalização em maternidade

Em atendimento a uma solicitação do Ministério Público de Sergipe, o Conselho Regional de Psicologia de Sergipe (CRP19) realizou, nessa terça-feira, 9, fiscalização na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), localizada em Aracaju.

O presidente do CRP19, Conselheiro Naldson Melo e o Conselheiro Secretário, André Mandarino, presidente da Comissão de Orientação e Fiscalização (COF), percorreram as instalações da unidade para verificar as condições de trabalho dos psicólogos em contexto de pandemia.


“A inspeção esteve focada em uma denúncia feita ao MP/SE sobre a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados e em quantidade insuficiente para o trabalho dos psicólogos”, informou.


De acordo com Mandarino, na visita que foi acompanhada pela psicóloga Taís Oliveira, referência técnica da psicologia na maternidade, foi possível conversar com as profissionais que atuam na unidade gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), referência no atendimento às gestantes de alto risco e vítimas de violência sexual.

“Encontramos uma situação bastante favorável.  As profissionais que estavam no momento, confirmaram as informações que no início da quarentena houve falta de máscaras, mas que as ocorrências foram pontuais. O fornecimento dos EPIs adequados foi regularizado, conforme a normatização da Vigilância Sanitária. Afirmaram ainda que também receberam orientações da Comissão Interna de Infecção Hospitalar para uso correto dos equipamentos e contato com os pacientes Covid-19”, assegurou.


O quadro da MNSL conta com 13 psicólogas, sendo que 10 estão atuando nos atendimentos, uma está afastada por pertencer ao grupo de risco para contágio pelo coronavírus e outras duas por atestado médico.


“Embora o Conselho de Psicologia de Sergipe, por conta da pandemia e seguindo às orientações dos órgãos de vigilância sanitária, esteja com atendimento remoto, entendemos que há momentos em que também precisamos estar, presencialmente, na linha de frente, onde psicólogas e psicólogos estão atuando. Para além de questões trabalhistas ou sindicais é preciso zelar pela saúde dos profissionais. Isso diz respeito à dignidade da atuação e, portanto, coloca em jogo tanto a integridade do profissional quanto dos pacientes e colegas com os quais atua.  O trabalho do psicólogo é extremamente importante e o Conselho não pode deixar de avaliar essa condição do exercício profissional”, finalizou Mandarino.

Da Ascom

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William Pesali

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